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Algumas declarações efectuadas a propósito do debate As editoras e as livrarias. Que futuro? e publicadas no Jornal de Notícias em artigo de Marta Neves:

“Para se conseguir estar no mercado livreiro tem de se ter alguma dimensão”, defendeu Pedro Mata da livraria Leitura/Bulhosa.

“Não tem sido fácil para os livreiros sobreviverem”, afirmou o mesmo jovem gestor que, há seis anos teve a “necessidade de inverter uma situação complicada que a livraria Leitura estava a atravessar”, aliando-se ao grupo Bulhosa Livreiros.

“A grande forma de nos defendermos é criando, cada vez mais, diversidade em termos editoriais”, defendeu Américo Areal, responsável da livraria Byblos.

Quanto à concorrência das grandes superfícies comerciais, Américo Areal afirmou “É um modelo de sucesso, mas os outros continuarão a existir”.

Américo Areal referiu ainda, “Há jovens que passam tardes, sentados no chão, a devorarem livros. Mas, esses, que hoje não compram nada, vão ser os mesmos que no futuro vão comprar muitos livros para os filhos”. E insiste no lema “Venha, leia, se quiser, compre”.

Leitura do artigo do JN em “Livrarias devem ser serviço público”.

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